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Série: A Tradição-Sabedoria - Cap. 03

Atualizado: 15 de mai.


Série de textos comentando cada um dos capítulos do livro A Tradição-Sabedoria dos autores Ricardo Lindemann e Pedro Oliveira


A Consciência e Seus Veículos. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos
A Consciência e Seus Veículos. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos

“Ó vida oculta que vibras em cada átomo, ó luz oculta que brilhas em cada criatura, ó amor oculto que tudo abranges na unidade. Saiba que todo aquele que se sente uno contigo, ele é por isso mesmo Uno com todos os seres.” - (Annie Besant, Mantra da Unidade)

 

 

Introdução

A Consciência e Seus Veículos 

 


O entendimento que o homem é um ser multidimensional e está manifestado em diversos planos, torna-se premissa fundamental para a compreensão da sua unicidade aprofundada. O capítulo III abordará estados e planos materiais divididos em gradações que se correlacionam com seus respectivos corpos ou veículos (meios) pelos quais a Consciência se manifesta. Explica suas funções e a maneira como se expressam cada um deles à luz da visão esotérica, das tradições orientais e conhecimentos teosóficos.   

 

1.      Corpos, esferas e veículos


Pórtico do oráculo de Delfos. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos
Pórtico do oráculo de Delfos. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos

No capítulo III – A Consciência e seus Veículos do livro Tradição-Sabedoria, o autor Ricardo Lindemann começa elucidando ao leitor a icônica frase: “Homem, conhece-te a ti mesmo”. O aforismo grego que se tornou orientação central da filosofia socrática, exprime a necessidade de voltar-se para dentro, colocando o homem como núcleo antes de qualquer aspecto externo. Podemos assim, considerar tal orientação como princípio maior para os desdobramentos da evolução moral do indivíduo, abrangendo toda a orbe possível da matéria, do espírito e da Verdade.


Lindemann aborda inicialmente a constituição da matéria - o nosso corpo físico - e sua partícula elementar: o átomo. Avalia segundo A Doutrina Secreta, que Helena Blavatsky já afirmava sobre a matéria ser a “condensação” do espírito e que ambos são diferentes polos de manifestação da mesma realidade subjacente, ou seja, partilham da mesma essência; do mesmo fundamento em princípio onipresente, sem limites, eterno e imutável.


De maneira associativa, explica o gelo e o vapor d’água como dois polos extremos da mesma substância (H₂O).


Através da compreensão da constituição material e que elas possuem estados, haveremos de aprofundá-los em sua correlação com seus respectivos planos, admitindo que para cada camada material atribui-se um plano de coesão atômica cada vez menor e consequentemente, sutileza e plasticidade crescentes. Logo, o diagrama das esferas (planos onde a consciência pode atuar e perceber), apresenta esta gradação; a síntese do plano físico até o Absoluto.

 

Baseado na literatura teosófica fundamental, o homem tem uma constituição chamada de setenária, por possuir sete corpos ou veículos, simbolizados geometricamente por um triângulo sobre um quadrado. Os quatro primeiros que constituem a base da figura, formam juntos o agrupamento de corpos inferiores, mortais e consequentemente mutáveis de encarnação para encarnação. Os outros três definidos por Triângulo Divino são a essência do ser espiritual, logo imortal.

 

1.1 Veículo da expressão física


O corpo físico, veículo no qual nos expressamos na vida terrena, é constituído pelos 3 conhecidos estados da matéria: sólido, líquido e gasoso, tendo uma contraparte mais sutil, constituída pelos 4 estados da matéria seguintes chamados éteres (matéria etérica, super etérica, subatômica e atômica). O nosso corpo físico não sente, ele é um simples receptor de impressões a serviço do Eu superior.

 

1.2 Veículo da energia vital


Percepção extrassensorial através dos chakras. O contato com os mundos sutis. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos
Percepção extrassensorial através dos chakras. O contato com os mundos sutis. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos

O corpo etérico ou duplo etérico, serve como matriz do corpo físico. O autor explica que segundo a tradição oculta, as células físicas crescem de acordo com o molde das etéricas: a parte menos densa que interpenetra o corpo físico (os 4 éteres), sendo ele duplicado, célula por célula. Sua função também é a de absorver e distribuir a energia vital – acumula energia do sol pelo plexo solar –, conhecida como prana na tradição hindu. Os grandes centros de energia são as glândulas e centros nervosos do corpo físico, chakras (do sânscrito roda), onde as linhas de fluxo do prana formam um verdadeiro sistema de circulação.


O autor destaca que os chakras são a porta pelo qual o cérebro pode tomar contato com os “mundos” sutis, ou seja, são o instrumento de percepção extrassensorial. Por exemplo, a clarividência – capacidade de ver a matéria sutil – relacionada ao chakra frontal ou terceiro olho. 


O duplo etérico atua também como ponte entre o corpo físico, o astral e o mental, pois é através dos seus centros que a consciência passa a ter relação com o sistema nervoso. Promovendo a interação mente e corpo.

 

1.3 Veículo da emoção, dos desejos e sensações


Os veículos da Consciência. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos
Os veículos da Consciência. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos

O corpo astral, é o veículo da consciência que está imediatamente além do duplo etérico. Constituído de matéria astral, ou seja, dos 7 estados mais sutis que os éteres. É também conhecido como veículo dos desejos, ou veículo emocional, ele expressa nossos sentimentos, paixões, desejos e emoções. “Uma das funções do astral é a de transformar as vibrações captadas pelos órgãos dos sentidos do corpo físico em sensações na consciência.” (Lindemann, 2011, pág. 45). Ao dormirmos, quando silenciamos os sentidos, a consciência atua neste plano como veículo independente. 

 

1.4 Veículo do pensamento concreto e das percepções


Cada átomo da realidade física é envolvido num átomo de outra vibração, de modo que os mundos são concêntricos. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos.
Cada átomo da realidade física é envolvido num átomo de outra vibração, de modo que os mundos são concêntricos. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos.

O corpo mental inferior (Manas inferior) é denominado pelos ocultistas como o reino do pensamento concreto, constituído de matéria mais sutil que o astral, ou seja, dos 7 estados seguintes. É neste corpo que são desenvolvidos a memória e imaginação, servindo à consciência como veículo do pensamento concreto, para coordenar as expressões e manifestações dos corpos anteriores, ao exemplo do que é a ação para o corpo físico. Transforma sensação (proveniente do astral) em percepção, sendo responsável pelas deduções de cor, forma, som, cheiro, tato e palatabilidade. Ainda segundo o autor, o processamento das experiências vividas para assimilação do Ego imortal, também é função do mental inferior.


Blavatsky explica em A chave para a Teosofia, que Manas (do sânscrito man que significa pensar) é o princípio mental; a mente pensante do homem.


Na Tradição-Sabedoria, temos alicerçada de que a influência entre os veículos se manifesta num perfeito integrado continuum de vai e vem. Sendo tal quaternário, o conjunto que determina nosso Eu inferior, mortal; o personagem que vestimos para vivenciarmos a matéria.

 

1.4.1 A distorção do real e a projeção do mundo mental através da matéria

 

Helena Petrovna Blavatsky. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos.
Helena Petrovna Blavatsky. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos.

O capítulo também aborda um importante aspecto sobre os objetos do mundo que nos cercam e como dimensionamos nossa própria percepção do real a partir deles. Consideremos que o corpo mental inferior transforma as sensações em percepções concretas, uma vez que cria imagens mentais a partir de um compilado de informações captadas pelos sentidos e o exemplifica com a fruta laranja. A laranja concebida em nossa mente, remeterá a um conjunto formado por: palavra, forma, aspecto, cor, e a mente recobre essas características junto a memória experienciada, resgatando sabor, cheiro, tato etc. Ou seja, a experiência do objeto necessita da mente para existir, ainda que de maneira bastante limitada, pois não conhecemos profundamente a natureza elementar (atômica e molecular) do que nos cerca.


Aí está o cerne de uma grande contradição, o homem também material, em sua manifestação mais densa, toma a matéria como centro e torna o materialismo eixo de suas escolhas, sendo por isso grande prisioneiro dela.


Por fim, Lindemann também explana sobre um aspecto chave acerca do “mecanismo objetificante do corpo mental”. Acreditar que o real é apenas o que é percebido de maneira concreta pelos sentidos e por isso, reduzir-se ao que eles processam. Se o mundo à nossa volta é composto pela matéria (uma manifestação de energia condensada), devemos compreender que o Real não se encerra nele.


A super crença mental do que é real por algo que nossos sentidos captaram é bastante limitante quando entendemos que a própria percepção física é muito restrita e que a matéria cada vez mais sutil dos veículos da consciência é vastíssima até integrar-se ao Todo; que não conjuga qualquer divisão, é Uno com todos os seres. 

 

1.5 Veículo do pensamento abstrato – o construtor do eterno


Caminho para a iluminação espiritual. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos.
Caminho para a iluminação espiritual. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos.

O corpo mental superior ou "mente abstrata" ou, ainda, "mente pura", também chamado de corpo causal na literatura teosófica representa o veículo do pensamento abstrato. De acordo com Lindemann, “este é um corpo imortal que se apresenta em forma ovóide, correspondente às auras dos corpos astral e mental inferior.” A partir deste, temos a Tríade Superior.


Abordando brevemente sobre a dinâmica do pensamento, temos que ele é meramente o estabelecimento de relações entre imagens mentais consolidadas. Quando são formas, nomes e coisas, elas possuem dotação de materialidade concreta. Logo, tratando-se de conceitos, leis e princípios os pensamentos integram a perspectiva abstrata. A abstração, portanto, encontra-se neste veículo (Manas superior), onde a lógica não mais é requerida para a compreensão da verdade. Está fundamentada nos princípios que antecedem a formação de palavras, uma espécie de arquiteto que capta os arquétipos e leis universais.


Outra importante função do corpo causal é o processamento das experiências vividas, para então passar para sua essência, antes da morte. O compilado delas são os verdadeiros “tesouros” que devemos nos preocupar em reunir segundo o Mestre Jesus, aponta o autor. Um plano de elevada sutileza, “que acumula a essência das mais sublimes experiências de nossas vidas, sendo a imensa maioria de nossas ações grosseiras demais para atingi-lo.” (Lindemann, 2011, pág. 45).

 

1.6 Veículo do Amor e da Unidade


Quando o nosso espírito se torna um Templo luminoso, em alinhamento, isto é, em Unidade com a geometria cósmica do Amor. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos.
Quando o nosso espírito se torna um Templo luminoso, em alinhamento, isto é, em Unidade com a geometria cósmica do Amor. Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos.

O veículo búdico ou Crístico, já dispensa a nomenclatura de corpo pela sua natureza ainda mais sutil que o mental superior. O autor traz a seguinte definição: “A sede do amor espiritual, sendo também responsável pela compreensão que perdoa, iluminando o pensamento; dele provém a luz de buddhi, ou intuição que dissolve as nossas dúvidas, estando associado à Sabedoria.” Lindemann acrescenta o buddhi como a luz que anima as imagens criadas pelos Manas. O veículo de pura compaixão e fraternidade.


Em A Sabedoria Antiga, Annie Besant descreve o Ego (Buddhi-Manas) como a individualidade permanente, aquela que recolhe a experiência e constrói a evolução da alma ao longo das vidas. Ainda segundo Besant, na obra O Homem e os seus Corpos, Manas unido a buddhi é o que constitui o ponto culminante da evolução humana. Neste encontro a roda de Samsara do sânscrito saṃsāra, que significa “ciclo de existência” (dos nascimentos e das mortes) finalmente fica estacionária. Ou seja, o sentir-se unidade com tudo que vive desperta a compaixão universal, quando alinhado ao veículo do pensamento intuitivo elevado, encontra saber espiritual e percepção da Verdade.   

 

1.7   Veículo da fonte Divina


Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos.
Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos.

O veículo átmico, por meio do qual Atma se manifesta, constitui o centro da vontade espiritual no ser humano.


Esse princípio conduz a consciência através das sucessivas experiências da existência, sua natureza é formada pela mais sutil matéria do plano átmico, também denominado nirvânico, que se encontra além das diferenciações da consciência comum.


Atma constitui o aspecto mais elevado da individualidade espiritual e, unido a Buddhi, integra a Mônada.


Na visão teosófica, ele é a origem divina da consciência, sendo um reflexo direto do Absoluto no homem.


Assim, o Absoluto manifesta-se na constituição humana por meio de Atma, o mais elevado dos princípios espirituais, que permanece imutável e universal, independentemente das formas transitórias da existência. (BLAVATSKY, 1888). Segundo Annie Besant em O Homem e os seus Corpos pág.47:


“Quando o poder de visão transcendente do discípulo se acha bastante desenvolvido, é lhe dado ver cada um destes corpos em plena atividade. O corpo físico, o menor de todos, aparece como uma espécie de cristalização densa no centro dos outros corpos que o penetram e se expandem em todos os sentidos à volta dele.”

 

A partir desta explanação, podemos elucidar que cada átomo da realidade física está envolto em um átomo de outra vibração cada vez mais sutil, de modo que os níveis são concêntricos, organizados em 7 veículos e suas respectivas 7 subdivisões cada, totalizando 49. Na perspectiva do Atma, temos uma vibração extremamente elevada, unificadora, algo mais próximo de um campo de força do que de qualquer estrutura ou palavra que possa descrevê-lo.  

 

2.      Veículos segundo a filosofia do Yoga

 


Na perspectiva teosófica, Yoga¹ é visto como um processo de integração dos veículos da consciência; a união da personalidade com a individualidade espiritual. Esta união, porém, não objetiva lograr extinção dos veículos inferiores em detrimento dos superiores, pois ela considera o homem sob todos os aspectos, “a ciência da inteligência que funciona em todo o nosso ser.” (Besant, 1980)


No prefácio da obra Yoga, ciência da vida espiritual de Annie Besant, Cinira Riedel escreve:


“A purificação e aperfeiçoamento da personalidade podem ser realizados através da Yoga. É por seu meio que a Alma se aproxima da personalidade, que o Criador se unifica com a sua criatura e que, ela, a personalidade, se torna um instrumento perfeito nas mãos do seu dono.”

 

A definição Yoga estabelece a ideia de koshas – invólucros ou camadas que envolvem o Ser interior (Atma). Em todos eles existe a expressão maya – ilusão, Annamaya kosha, por exemplo, significa: o corpo ilusório feito de carne. Manifestados em 5 camadas:    


Annamaya kosha corpo físico

Pranamaya kosha – corpo energético

Manomaya kosha – corpo mental

Vijnanamaya Kosha – corpo de sabedoria

Anandamaya kosha – corpo da bem-aventurança: o estado de alegria e unidade, mental de um yogi realizado – um buda – um cristo

 

3.      Consciência individual e Universal

 

Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos.
Imagem gerada por IA pela equipe do cantinho dos anciãos.

A consciência não é um produto do cérebro, mas algo fundamental e universal. Nessa visão, a consciência oculta permeia cada átomo, e a nossa mente individual seria apenas um fragmento dessa "Consciência Única”. Ou seja, o cérebro não a cria, ele atua apenas como instrumento dela.


No Proêmio da Doutrina Secreta, vol.I, Helena Blavatsky escreve:


“O Espírito (ou Consciência) e a Matéria devem ser considerados não como realidades independentes, mas como as duas facetas ou aspectos do Absoluto (Parabrahm)¹, que constituem a base do Ser condicionado, seja ele subjetivo ou objetivo.”


Em sânscrito, Para significa "além de". Enquanto Brahman é o fundamento do universo, Parabrahm² é aquilo que está "além de Brahman". Não é um "Deus" com personalidade, vontade ou forma, é a realidade sem limites, o campo da Consciência Absoluta. Podemos elucidar de acordo com a filosofia esotérica a distinção clara entre Parabrahm, - o estado de repouso eterno, o “Não-ser” – e o Logos (Manifesto): quando o Absoluto cria, tornando luz, som e matéria.

 

Todo ser humano, ao possuir um corpo físico, manifesta em si uma centelha da Consciência Universal, velada pelos diversos veículos, cuja integração e purificação constituem o verdadeiro caminho do autoconhecimento e da evolução espiritual.

 

"Todo aquele que possui corpo físico possui o estado de consciência do Absoluto dentro de si." - Bertha Maria Sánchez

 

Salve a Grande Luz em todo o seu Esplendor.

 


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Camila Pessoa

Equipe Cantinho dos Anciãos




Notas de rodapé:


¹ A palavra sânscrita Yoga significa união, seja com um ser ou com um objeto. Do ponto de vista prático, a palavra também significa o meio de realizar essa união. No caso presente e geralmente na Teosofia, a Yoga determina a união do homem pessoal com a parte mais elevada de seu ser.


² Parabrahm é a fonte de onde tudo emana e para onde tudo retorna.



REFERÊNCIAS:


BESANT, Annie. O homem e os seus corpos. Tradução de Mário de Alemquer. São Paulo: Editora Pensamento,1995.

BESANT, Annie. Yoga: ciência da vida espiritual. Tradução de Cinira Riedel de Figueiredo. São Paulo: Pensamento, 1980.

BILIBIO, Marco A. O Plano Astral - Corpo Astral, Kamaloka e Purgatório. IV Curso Online de Introdução ao Pensamento Teosófico, 05 abril 2026. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=2XPgNYTnLjw&list=PL7YKdX4n5JpjhRT2ybb-tmC88DVD-Z62B&index=3. Acesso em: 05 abr. 2026.

BLAVATSKY, Helena Petrovna. A Chave para a Teosofia. São Paulo: Editora Pensamento, 1995.

BLAVATSKY, Helena Petrovna. A doutrina secreta: síntese de ciência, religião e filosofia. Volume I: Cosmogenese. Tradução de Jairo Pereira Cavalcanti. Londres: The Theosophical Publishing Company, 1888.

LINDEMANN, Ricardo; OLIVREIRA, Pedro. A Tradição-Sabedoria. Brasília: – Capítulo 3: “A Consciência e seus Veículos”. Editora Teosófica, 2011.

MELO, Graça. O Plano Mental - Corpo Mental. IV Curso Online de Introdução ao Pensamento Teosófico, 12 abril 2026. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=xC1xBuCeaL0&list=PL7YKdX4n5JpjhRT2ybb-tmC88DVD-Z62B&index=2. Acesso em: 19 abr. 2026

SANCHEZ, Bertha. O Plano Físico - Corpo Físico e Duplo Etéreo. IV Curso Online de Introdução ao Pensamento Teosófico, 29 março 2026. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=2lOALvLR03s&list=PL7YKdX4n5JpjhRT2ybb-tmC88DVD-Z62B&index=4. Acesso em: 01 abr. 2026.

 
 
 

1 comentário


Excelente texto, escrito de forma clara e objetiva. Conduziu-me à uma agradável pesquisa sobre temas que até o momento, eu desconhecia.

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