
Que é o Som da Alvorada?
O cenário musical do Rio Grande do Norte ganha um grupo que se define como um movimento de união entre arte, espiritualidade e serviço comunitário. Formado por Katarina Gois, Janilton Alves e Raul César, o trio apresenta um repertório que busca romper as barreiras das denominações religiosas para abraçar uma mensagem universal de paz.
Uma tarefa que busca transcender.
A proposta do Som da Alvorada é clara: lembrar os ensinamentos do Senhor da Luz, o Ancião das Eras e dos Dias e dos Mestres da Fraternidade Branca através de canções que tocam a alma. No repertório, o público encontra uma seleção cuidadosa de canções católicas, evangélicas, espíritas, espiritualistas e seculares. Essa pluralidade reflete a crença do grupo de que a música é uma linguagem divina capaz de promover a cura e a união entre todos os seres, independentemente de suas doutrinas.
Raízes na caridade: a música como extensão do serviço ao próximo.
Acreditamos que a arte, seja de quais forem as matrizes estéticas ou sua forma de expressão, deve ser uma forma de desenvolvimento interior pelo amor e pela caridade. O Som da Alvorada nasceu do trabalho voluntário.
A base do trio está plantada no Sítio Santa Luzia, na cidade de Monte Alegre, região do Agreste potiguar, onde os integrantes já dedicavam seus esforços aos projetos sociais e ao canto coral de musica popular.
Essa tarefa do grupo é fortalecida pelo vínculo direto com a Casa de Caridade Clara de Assis, em Nova Parnamirim. Para o trio, o palco é uma extensão do terreno da caridade; cada nota cantada é uma prece e cada apresentação é um ato de doação e amor.
Os integrantes:
A identidade sonora do grupo é o resultado do encontro de três trajetórias distintas:
Katarina Gois: Uma voz veterana na cultura potiguar. Com passagens marcantes pela primeira formação de "As Potiguaras" e fundadora do grupo "As Carolinas e o Coroné", Katarina traz uma interpretação visceral e técnica. Sua voz é o fio condutor que guia o público por uma jornada de profunda reflexão e fé.
Janilton Alves: o alicerce harmônico do grupo. Músico profissional e educador, Janilton utiliza sua guitarra e violão solo para criar texturas sonoras que envolvem o ouvinte. Sua sensibilidade transforma arranjos conhecidos em experiências atmosféricas e inéditas.
Raul César: Responsável pelo violão de base, desempenha um papel de narrador do grupo. Através da contação de histórias, contextualiza as canções, criando uma ponte entre a melodia e o coração do espectador, transformando as apresentações em diálogos literomusicais.
O palco como espaço de cura tanto para quem canta quanto para quem ouve:
Embora o trio ainda trilhe o caminho para o seu primeiro trabalho autoral ou EP, a força do Som da Alvorada reside na experiência ao vivo com o público. Cada apresentação é planejada para ser uma "prece coletiva", onde a distância entre o artista e o público desaparece em prol de uma vivência espiritual mútua. Em tempos de distrações e indiferenças na sociedade, o Som da Alvorada surge como um convite simples e gentil para que cada indivíduo se reconecte com sua própria essência e com o sagrado, reafirmando que a música, quando acompanhada de propósito, é ferramenta poderosa para a transformação social e espiritual.
Contato
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